Hoje aproveitei a hora de almoço para tratar de uns assuntos nas finanças. Quando lá cheguei dirigi-me a um dos balcões de atendimento e questionei qual das senhas deveria tirar para tratar do assunto x. A senhora prontamente me respondeu a J. Assim fiz e, estranhamente, fui atendida de seguida. Fui satisfeita quando a senhora que lá estava me diz que ali só me podia resolver uma parte dos assuntos a tratar e direccionou-me para outro balcão. Esperei quase uma hora para ser atendida e durante esse período no meio de 10 balcões apenas 4 funcionavam. Todos tinham funcionários, mas em vez de atenderem conversavam entre si. Sinceramente não se admite! A dita funcionária que disse que não me poderia ajudar não mexeu um dedinho depois de me atender (?).
Aquela sala é, certamente, o reflexo do nosso país. A situação de inércia e do deixa andar que nos afunda a cada instante. Naquele momento tive a certeza que não iremos nunca sair da cepa torta e a culpa não é somente do governo, como nós bem tentamos fazer querer. A culpa é da falta de vontade de trabalhar de grande parte dos portugueses.
Quando for grande também quero ter um emprego, que trabalho já tenho, obrigada!
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